segunda-feira, 13 de junho de 2011

Ferrovia de Integração Centro Oeste - FICO

O Governo federal pretende para os próximos anos implantar a Ferrovia de Integração Centro Oeste (FICO), sendo mais um dos investimentos utilizando recursos do PAC  a FICO terá sua implantação em duas etapas, sendo:

  • 1ª Etapa:
    Campinorte(GO)- Lucas do Rio Verde(MT)
    São 1.040 quilômetros, cujas obras devem ter início ainda em 2011, com conclusão prevista para o final de 2014.
    Investimentos previstos: R$ 4,1 bilhões
  • 2ª Etapa:
    Lucas do Rio Verde(MT) – Vilhena (RO)
    São 598 quilômetros, cujas obras ainda não tem previsão de início
    Investimento previsto: R$ 2,3 bilhões
Trecho total: 1.638 km
Investimento total previsto: R$ 6,4 bilhões

Municípios por onde vai passar a FICO:
Goiás: Campinorte, Nova Iguaçu de Goiás, Pilar de Goiás, Santa Terezinha de Goiás, Crixás e Nova Crixás.

Mato Grosso: Cocalinho, Nova Nazaré, Água Boa, Canarana, Gaúcha do Norte, Paranatinga, Nova Ubiratã, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Nova Mutum, Nova Maringá, Brasnorte, Sapezal, Campos de Julio e Comodoro.

Rondônia: Vilhena.

Veja na figura abaixo todo o trajeto da da FICO

Clique na imagem para donload do arvquivo em pdf.

A construção de 1.638 quilômetros de ferrovia entre Campinorte/GO e Vilhena/RO é uma das metas do Governo Federal, para os próximos quatro anos. Trata-se da Ferrovia de Integração Centro-Oeste, cujo projeto será executado, com recursos do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, pela VALEC  Engenharia, Construções e Ferrovias, empresa pública, vinculada ao Ministério dos Transportes. O projeto da ferrovia, que será executado em duas etapas e terá investimentos de R$ 6,4 bilhões, contemplará uma das regiões do país mais prósperas na produção de grãos e carne, porém bastante carente no que se refere à logística de transporte.

O trecho a ser construído na primeira etapa sairá de Campinorte/GO, cruzará o estado de Mato Grosso no sentido leste/oeste e chegará até  Lucas do Rio Verde.Entre Campinorte/GO e Lucas do Rio Verde/MT a ferrovia terá a extensão de 1.040 quilômetros. Até o ano de sua conclusão (2014), a previsão é de investir R$ 4,1 bilhões. Já para o trecho entre Lucas do Rio Verde/MT e Vilhena/RO (com 598 quilômetros), a ser construído na segunda etapa, deve ser investido o total de R$ 2,3 bilhões.

A Ferrovia de Integração Centro-Oeste é a primeira parte de um projeto gigantesco, a Ferrovia Transcontinental (EF-354). No Plano Nacional de Viação, a EF-354 é planejada com 4.400 quilômetros de extensão. Ela segue de Uruaçu/GO para o sudeste, passando pelo Distrito Federal, Minas Gerais até o litoral fluminense. Para o oeste, o plano indica a passagem por Água Boa, Canarana e Lucas do Rio Verde, no Mato Grasso, seguindo na direção de Vilhena e Porto Velho/RO e, de lá, entra pelo Acre até a divisa fronteira com o Peru, na localidade de Boqueirão da Esperança.

Os estudos preliminares, o EIA/RIMA e o projeto básico da Ferrovia de Integração Centro-Oeste foram iniciados ainda em 2009, dentre as ações definidas pelo Ministério dos Transportes. Sua execução ficará sob a responsabilidade da VALEC, como uma das obras do novo Plano de Aceleração do Crescimento, programado pelo Governo Federal. Segundo o presidente da Empresa, José Francisco das Neves, as obras devem começar no próximo ano.

Por se conectar com a Norte-Sul, a ferrovia de Integração Centro-Oeste dará novo impulso para o desenvolvimento dos estados de Mato Grosso, Rondônia e o sul dos estados do Pará e Amazonas, principalmente com a produção de grãos, açúcar, álcool e carne. Com a redução dos custos no transporte de cargas, com acesso mais rápido a vários portos, a região deve atrair grandes projetos e investimentos da iniciativa privada e, por conseguinte, gerar empregos, renda e melhoria da qualidade de vida para os habitantes.
Fonte: http://www.valec.gov.br/centro-oeste.htm

Veja o estudo ambiental completo da ferrovia em http://www.valec.gov.br/eiarima-fico.htm.
Assista ao vídeo institucional da Ferrovia: http://wesllegoncalves.blogspot.com/2011/06/blog-post.html

sábado, 4 de junho de 2011

Eco-engenharia: A Torre Eólica

Eco-engenharia
A construção e concepção do Bahrain Word Trade Center (BWTC) utliza as energias do futuro, uma revolução tecnológica, modificando a maneira como o mundo se encaminha para novos desafios. As novas obras estão sendo construídas de modo a gerarem energia quando as pessoas caminham sobre eles. Os quartos estão preparados para "dizerem" quando as pessoas estão lá dentro ou quando estão vazios. As fábricas criam electricidade aparentemente do ar. O vento que sopra no planeta traz novas idéias na concepção de arranha céus.

Assita ao documentário completo exibido pela National Geographic Legendado em Português:


O design e arquitetura do Bahrain World Trade Center São arrojados e peculiares, muitos acreditaram ser um edifício utópico e inviável quando se elaborou o projeto. Porém, o BWTC não só foi construído com toda a pompa e zelo como também ganhou vários prêmios, dentre eles o LEAF 2006 (pelo bom uso de tecnologia ambiental em larga escala) e o prêmio de Design para Construção Árabe Sustentável. Toda essa fama de ecologicamente responsável não é à toa: o BWTC possui três turbinas eólicas de 29 metros de diâmetro cada e com capacidade para gerar 225 kW de energia ao ano, trazendo uma opção limpa de energia.

O Bahrain World Trade Center localiza-se na cidade de Manama, capital do Bahrein – país do Oriente Médio (Golfo Pérsico) – e teve a sua inauguração em 2008. Foi projetado e construído pela Atkins, empresa multinacional do ramo arquitetônico que é conhecida no mercado por seus edifícios inovadores e diferentes. O BWTC é composto por duas torres simétricas de 240 metros, cada uma com 50 andares. Elas estão unidas entre si por três pontes que sustentam as turbinas produtoras de energia eólica. Foram necessários muitos anos de pesquisa e de simulações em túneis de vento para se ter certeza de que a rotação das turbinas não iria afetar a estrutura do arranha-céu. O formato e a posição das torres (alinhadas ao norte) foram milimetricamente pensados para se aproveitar ao máximo a corrente de ar que chega do Golfo Pérsico, ajudando a criar uma enorme eficiência energética.

O complexo de prédios em formato de vela que marca a cidade de Manama é charmoso e imponente ao mesmo tempo, além de proporcionar diversas atividades para os seus visitantes e frequentadores. Cada um dos edifícios possui 34 andares dedicados somente à área empresarial, com diversos escritórios utilizados para business. Além disso, o BWTC oferece um shopping de marcas famosas e luxuosas, com cerca de 200 lojas. Há também a parte de restaurantes refinados. Isso sem contar a área de lazer (Fitness Club), o hotel Sheraton, a creche para crianças e o estacionamento com capacidade para 1.700 carros. Um empreendimento moderno, multiuso, versátil e sustentável.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Construção de Edifício de 15 Pisos em 6 dias

Construção de Edifício de 15 Pisos em 6 dias

A empresa Chinesa Broad, especializada em construção pré-fabricada sustentável, realizou o feito de construir a superestrutura do Hotel Ark em Changsha, na província de Hunan em apenas 6 dias. Exceto as fundações, a estrutura de 15 pisos do edifício demorou cerca de 2 dias a ser montada e as paredes e instalações, 4 dias.

O edifício foi dimensionado para resistir a ações sísmicas de um terramoto de grau 9 e possui otimização do ponto de vista energético por contemplar isolamento sonoro e térmico de última geração.

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Durante a construção, os resíduos constituíram apenas 1% da massa total dos materiais usados.
Devido ao grande número de equipamentos envolvidos, a coordenação foi fundamental, permitindo finalizar o edifício em tempo recorde e evitando qualquer acidente.

O sucesso do processo se deve também à utilização quase exclusiva de ligações metálicas aparafusadas e de elementos construtivos de peso próprio reduzido.
Construção de Edifício de 15 Pisos em 6 dias

A Broad já tinha conseguido um feito semelhante ao construir um pavilhão da Exposição Mundial de Shanghai em apenas 14 horas.
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A construtora planeja para um futuro próximo a construção de um edifício de 50 pavimentos em Pequim, utilizando os mesmos tipos de materiais e o mesmo método e ritmo construtivo.
Fonte:http://www.engenhariacivil.com