Weslle Gonçalves
terça-feira, 20 de março de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Essa não deu em pizza...
Servidor do DNIT não consegue explicar enriquecimento e perde emprego
O engenheiro Francisco Augusto Pereira Desideri, servidor do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte Terrestre (DNIT), foi demitido ao final de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado pela Controladoria-Geral da União (CGU), para apurar os indícios de enriquecimento ilícito e outras irregularidades por ele praticadas. O servidor praticou as irregularidades quando ocupava o cargo de gerente na Diretoria de Infraestrutura Terrestre.
Francisco Augusto teve seu nome envolvido em supostas falcatruas a partir de investigações realizadas pelo Ministério Público Federal. Em 2009, o MPF acionou-o juntamente com o ex-prefeito Jayme Campos, atual senador do DEM, para responder a prejuízos na ordem de R$ 1,5 milhão por superfaturamento obras de duplicação da passagem urbana de Várzea Grande, nas rodovias BR 070/163/364. Desideri era um dos responsáveis pelas análises e aprovações de custo da empresa vencedora da licitação.
Na ação incluem também o diretor-geral Maurício Hasenclever Borges e Alfredo Soubihe Neto, diretor de Engenharia Rodoviária, todos do antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER).
Ao longo do processo administrativo e da sindicância patrimonial que o antecedeu, o acusado não conseguiu explicar a movimentação financeira - sobretudo depósitos efetuados em sua conta corrente - e o aumento patrimonial, incompatíveis com seus rendimentos. O enriquecimento ilícito viola o artigo 132 da Lei nº 8.112/1990, o estatuto do servidor público federal.
As alegações apresentadas pelo acusado em sua defesa não eram compatíveis com as declarações por ele prestadas à Secretaria da Receita Federal nem com o resultado das investigações feitas pela área de inteligência da CGU.
Além disso, o servidor exerceu, concomitantemente à sua função pública, a administração da empresa Cotrag Engenharia e Comércio Ltda., infringindo, dessa forma, também o inciso X do artigo 117 da Lei nº 8.112/1990.
De acordo com a conclusão da sindicância patrimonial, instaurada em novembro de 2007, os indícios de enriquecimento ilícito ocorreram nos anos de 2001, 2003, 2004 e 2006. O PAD, recomendado pela comissão encarregada da sindicância patrimonial, foi instaurado em agosto de 2010.
Assinada hoje pelo ministro-chefe da CGU, Jorge Hage, a portaria relativa à demissão de Desideri está publicada na edição desta quarta-feira, 15, do Diário Oficial da União.
Instaurados pela CGU, outros 32 procedimentos disciplinares (entre sindicâncias e PADs), encontram-se em curso, para apuração de irregularidades no âmbito do Ministério dos Transportes, a grande maioria deles relacionados ao Dnit. Esses procedimentos envolvem, aproximadamente, uma centena de servidores.
FONTE: http://www.24horasnews.com.br/index.php?tipo=ler&mat=403678
domingo, 25 de dezembro de 2011
E as ferrovias como andam após a crise nos transportes?

A Valec vai publicar já no início de 2012 um novo edital para a compra de 244 mil toneladas de trilhos. Trata-se de 1.711 km de vias em aço para serem usadas na Ferrovia Norte-Sul (entre Tocantins e Goiás) e na Ferrovia de Integração Oeste-Leste, na Bahia. O novo edital traz mudanças importantes em relação à concorrência anterior, cancelada em agosto após uma sequência de irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas da União. Como o Brasil não tem nenhum fabricante nacional de trilhos, a licitação será aberta para a participação direta de fabricantes estrangeiros, sem a atuação de "tradings" locais, como acontecia com o edital anterior. Com a eliminação desse intermediário, Castello garante que o preço da licitação - inicialmente orçada em R$ 807,2 milhões - cairá drasticamente. "Teremos uma concorrência internacional, com a participação direta de siderúrgicas de outros países. Vamos economizar até 40% do valor previsto originalmente", disse.
Paralelamente, será contratada - por meio de licitação a ser publicada em janeiro - uma consultoria empresarial para colocar ordem na gestão da Valec. Essa companhia, segundo Castello, vai desenhar o novo modelo operacional da estatal. "Como engenheiro, enxergo muitos problemas técnicos na empresa. Como gestor público, vejo uma organização com um nível gerencial muito pobre. São dois problemas prioritários que devemos resolver", comentou.
Para melhorar o monitoramento de contratos, a área de tecnologia também começou a passar por uma reformulação. Sistemas de informática deverão ser usados para evitar falhas em etapas como a medição de obras, que checa a execução de serviços para realizar o pagamento. "Os controles atuais realmente são muito frágeis. O uso da tecnologia para esse controle ainda é muito incipiente, tudo era feito como 30 anos atrás".
As mudanças internas também passarão pelo aumento do quadro de empregados e a redução drástica do número de colaboradores comissionados. Hoje a Valec tem 370 trabalhadores, dos quais 245 são comissionados. "O excesso de profissionais comissionados impede que se tenha uma cultura organizacional adequada, dificulta o engajamento porque o funcionário sabe que a qualquer momento pode ser exonerado do cargo", disse Castello. O concurso público também será divulgado no início do ano. A previsão é ampliar o quadro funcional para pelo menos 500 pessoas, das quais apenas 10% serão comissionadas.
A reestruturação operacional da Valec é a preparação do terreno para que a companhia possa, no futuro, optar por uma abertura de capital. "A Valec tem toda a possibilidade de ser uma empresa de capital aberto não dependente dos recursos do Tesouro, como acontece hoje", comentou Castello. "A empresa pode optar, por exemplo, pela abertura de filiais. Você pode ter uma filial na Bahia, explorando a malha específica da Valec. A receita virá da cobrança de pedágio das toneladas que trafegarem pela ferrovia."
A estatal das ferrovias poderá, inclusive, mudar de nome. A identidade atual da Valec tem sua origem no vínculo com a sua ex-proprietária Companhia Vale do Rio Doce (atual Vale), quando esta ainda não havia sido privatizada. "Quando as operações estiverem consolidadas, poderemos fazer essas mudanças institucionais. A Valec é uma empresa 100% pública, concessionária de malha ferroviária, mas à medida em que uma empresa se torna autossuficiente, a lógica é que se corte esse cordão umbilical com o passado."
Com 30 anos de experiência no setor ferroviário, José Eduardo Castello estava à frente da subsecretária de Fazenda e Planejamento do município de Duque de Caxias, no Rio, até ser convidado pelo ministro dos Transportes, Paulo Passos, para assumir o comando da Valec. Com ele, outros três funcionários de carreira e perfil técnico foram alocados nas diretorias de planejamento, finanças e engenharia da estatal.
A crise dos Transportes detonada em julho levou à queda dos presidente da Valec, José Francisco das Neves, do diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, e do ex-ministro Alfredo Nascimento (PR-AM). Cerca de 30 servidores da Pasta foram afastados desde então. Na semana passada, o Dnit anunciou que, a partir de agora, só aceitará funcionários de carreira para ocupar comandar suas regionais em cada Estado do país, o que afasta a possibilidade de loteamento político nas superintendências da autarquia.
Na Valec, a palavra de ordem é retomar a rotina que, nos últimos seis meses, ficou praticamente paralisada, por conta da suspensão de editais da empresa. "Encontramos falhas em projetos mal feitos e de baixa qualidade técnica. Os métodos de monitoramento e supervisão também têm deficiências. Esses problemas levam a situações como estouro de orçamento, dificuldades difíceis de serem sanadas, mas mudaremos esse quadro", diz Castello. "Houve a decisão do governo de profissionalizar a gestão, faremos isso."
"São dois abacaxis que temos de descascar. Temos feito reuniões diárias com as equipes de cada área para ver como vamos destravar isso. São gargalos sérios", afirmou Castello.
Com 1.022 quilômetros de extensão, a Fiol soma investimentos de R$ 4,198 bilhões, dinheiro que sairá do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). No primeiro trecho de 537 quilômetros da ferrovia, do litoral até a cidade de Caetité, ainda dentro da Bahia, o trajeto inclui dificuldades como a construção de uma ponte com mais de 3 quilômetros de extensão para cruzar o rio São Francisco. O segundo trecho passa por regiões com inúmeras cavernas, reservas indígenas e até áreas de ocupação irregular.
O problema é que todas as obras da ferrovia já foram licitadas no ano passado. Sete consórcios, com um total de 24 empresas, dividem a construção da ferrovia. Hoje está tudo parado. Nem 10% da extensão total foi construída. "Estamos discutindo com o TCU (Tribunal de Contas da União) se haverá ou não uma nova licitação de alguns lotes. Tudo está sendo reavaliado", garantiu o presidente da Valec.
Os problemas deverão atrasar ainda mais o cronograma previsto para a ferrovia. A previsão inicial era de que o primeiro trecho até Caetité ficasse pronto até julho do próximo ano. A segunda etapa, que emenda mais 485 quilômetros até o município de Barreiras (BA), seria entregue em julho de 2013. Faltariam ainda mais 505 quilômetros para chegar à cidade de Figueirópolis, já no Tocantins, onde ela se encontra com a Ferrovia Norte-Sul (FNS).
A situação da Fiol, que até o início do ano era citada como "preocupante" no balanço do PAC, passou a ser considerada entre as obras em estado de "atenção" no relatório divulgado em novembro pelo governo. No balanço, o prazo para entrega do trecho entre Ilhéus e Caetité foi esticado para junho de 2014. A segunda etapa só deverá ser entregue em dezembro de 2015, portanto, após o término da gestão da presidente Dilma Rousseff. Para a etapa final, que chega a Figueirópolis, nem há uma previsão.
O novo modelo de concessão, criticado pelas empresas do setor, vai exigir a negociação direta com empresas que, até então, tem o controle de tráfego das ferrovias. Na própria Ferrovia Norte-Sul, a parte da malha que chega ao litoral do Maranhão e está em operação foi concedida em 2007 para a mineradora Vale.
Uma segunda etapa de obra para a FNS - de Anápolis (GO) até Estrela d'Oeste (SP) - está em obras e, segundo Castello, será entregue até julho de 2014. A conclusão das obras é aguardada com expectativa pelos municípios cortados pela ferrovia. "A Norte-Sul já está com 90% de suas obras estruturais prontas aqui na região. O que está faltando agora são ajustes e sinalizações, mas houve uma redução sensível no ritmo das obras ao longo deste ano", disse o prefeito da cidade goiânia e Uruaçu, Lourenço Pereira Filho (PP). "A primeira expectativa era de que a obra ficasse pronta em dezembro de 2010, depois abril de 2011, e agora fala-se em maio de 2012", comentou.
As mudanças de projetos previstas pela Valec também passam por uma revisão geral da Ferrovia Centro-Oeste (Fico). A chamada "Ferrovia da Soja" tem, até agora, apenas um projeto básico deficiente. " Vamos fazer o edital de licitação para o projeto executivo dessa ferrovia, no trecho de Lucas do Rio Verde (MT) à Campinorte (GO), onde se liga com a Norte-Sul. Vamos tentar sair do zero e fazer as coisas bem feitas", afirmou o presidente da estatal.
A previsão é de que a Fico seja executada em duas etapas. A primeira fase, cuja extensão é de 1.040 quilômetros, prevê investimento de R 4,1 bilhões, recurso que sairá do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O segundo trecho da obra, orçado em mais R$ 2,3 bilhões, seguirá de Lucas do Rio Verde até o município de Vilhena (RO), somando mais 598 quilômetros de malha. (AB e RB).
Por André Borges e Rafael Bitencourt De Brasília
fonte: http://www.valor.com.br
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Imagens aéreas mostram avanço nas obras da Arena Pantanal - Cuiabá-MT
O cenário dos jogos da Copa de 2014 começa a ganhar forma em Cuiabá com avanço na edificação dos setores oeste, leste e norte da Arena Pantanal. No canteiro de obras, 35% dos serviços já foram executados e a conclusão do novo estádio está mantida para dezembro de 2012.
Imagens áreas registradas pelo fotógrafo Edson Rodrigues evidenciam que o setor oeste já tem lajes fixadas em três dos quatro andares que serão construídos, além de já ter iniciado a fixação das peças de concreto (vigas-jacaré) que darão sustentação às arquibancadas. As torres de acesso (escadas e elevadores) também já estão avançadas, caracterizado o setor oeste como o mais adiantado na etapa de edificação da superestrutura.
Confira imagens recentes das obras da Arena Pantanal: http://www.copanopantanal.com.br/?p=fotosconstrucao#mega
No setor leste, dois andares já têm lajes assentadas e as torres de acesso já podem ser visualizadas. Em fase inicial, o setor norte começa a ser configurado com a fixação dos pilares, vigas e lajes. É nesse setor que ocorrerá a instalação das primeiras estruturas metálicas, procedimento previsto para o primeiro trimestre de 2012, marcando uma nova etapa na construção da moderna arena multiuso.
A fábrica de pré-moldados também está em ritmo acelerado. Das 7.107 peças previstas, 70% já foram produzidas. O maior destaque é a fabricação de lajes (98%), seguida pelas vigas pré-moldadas (86%), pilares (70%), vigas-jacaré (38%) e arquibancadas (25%). "O volume de produção dessas peças é bastante significativo, especialmente neste momento que estamos erguendo os setores oeste, leste e norte da Arena Pantanal”, explicou o secretário extraordinário da Copa do Mundo", Eder Moraes.
As etapas de drenagem e fundação estão praticamente finalizadas, incluído também a terraplanagem do campo de futebol, que tem 105 metros de comprimento por 68 de largura. O dois túneis de acesso para veículos estão bastante avançados, com destaque para o túnel leste que já esta em fase de conclusão.
Parte das estruturas metálicas das arquibancadas norte e sul também já está armazenada no canteiro de obras. Elas são desmontáveis, permitindo a redução de 30% da capacidade do estádio. A construção do novo Verdão emprega 650 pessoas em vários ramos da construção civil, número que deve chegar a mil trabalhadores no próximo ano.
ARENA PANTANALA obra do novo estádio de Cuiabá inclui a construção de uma arena esportiva e um complexo de lazer. O empreendimento terá capacidade para 43 mil espectadores e foi concebido para receber, além dos jogos de futebol, diversos outros eventos como shows, concertos, congressos e feiras que devem garantir a sustentabilidade financeira da arena.
Nos cenários nacional e internacional, o novo Verdão se destaca como um dos oito estádios brasileiros que buscam a certificação LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), um sistema de certificação para verificar e atestar a qualidade ambiental de um empreendimento.
Fonte: Assessoria Secopa
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Presidente Dilma autoriza implantação do VLT em Cuiabá e VG
Apesar do sinal verde, Silval Barbosa se mostra cauteloso. “Infelizmente este é um processo que demora, mas estamos fazendo nossa parte e acompanhando de perto o andamento dele”, ressaltou. “A presidenta está muito acessível existe um sinal verde, continuarei em Brasília trabalhando. A mudança depende de alterações, estou pressionando, empenhando para que Dilma acate o nosso pedido" - disse em contato com o Portal de Notícias 24 Horas News.
Há meses que o Governo vem trabalhando para mostrar as autoridades federais que o sistema VLT é mais viável do ponto de vista econômico e estratégico para Cuiabá e Várzea Grande. Havia temor quanto a possibilidade de o Governo Federal insistir no cumprimento do projeto original do caderno de compromissos para a Copa de 2014, que previa a implantação do sistema Bus Rapid Transport, o BRT, com ônibus articulado. "O VLT é mais moderno e atenderá melhor os cidadãos mato-grossenses”, disse Barbosa.
O prazo até a realização da Copa do Mundo para instalação dos trilhos por 23 quilômetros em Cuiabá e Várzea Grande era uma das principais questões a serem tratadas. A proposta do VLT é considerada suficiente por meio da alocação de várias frentes de trabalho. O presidente da Agecopa frisou que os prazos são uma preocupação, mas que após aprovado o projeto e superadas as etapas legais, há garantias de que o modelo escolhido será implantado em 24 meses. “Estará em operação antes da Copa” – disse Moraes.
Fonte: Copa no Pantanal/Secom-MT
terça-feira, 9 de agosto de 2011
O fantástico mundo do Museu da BMW.
Tríade BMW e sua estrutura
Conceito e Design
Rota Turística
Paredes com conceito "Mediatecture"
Viagem pelas Salas de Exposição
As salas
Sala da Companhia
Sala da Motocicleta
Sala das Séries
Sala da Marca
Museum Bowl
Mais que um sucesso
Ficha Técnica:
Fonte:
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Edifício mais alto da América Latina é inaugurado no Panamá
O projeto, assinado pelo escritório colombiano de arquitetura Arias Serna Saravia, é dividido em três áreas. Na parte mais baixa, de 11 andares, há uma área de 57 m² reservada para lofts com até dois quartos. Já na "vela" do edifício ficarão as residências, que comportam a maior parte do edifício, e as 47 suítes de hotel.
O edifício também conta com 37 elevadores, spa, marina, cassino, lojas, restaurantes, boutiques e uma ilha com praia particular, além de um terraço de mais de 900 m² com uma piscina com vista para o oceano e um centro de convenções de 4.200 m².
O empreendimento é o primeiro do empresário Donald Trump na América Latina. A obra está avaliada em mais de 400 milhões de dólares.
Fonte:http://www.piniweb.com.br
A responsável pelo designer do novo hotel é a empresa colombiana Arias, Serna e Saravia, formada pelos arquitetos Alvaro José Arias e Luis Fernando Serna e o engenheiro civil Eduardo Saravia, que teve o início do desenvolvimento dos projetos no ano de 2006
Aos arquitetos ficam uma dúvida, neste mundo nada se cria mais tudo se copia? Há de se lembrar que o projeto do Burj Al Arab foi desenvolvido pelo arquiteto inglês Tom Wright da Atkins Middle East localizado na Inglaterra, e que o início de sua construção foi em 1994.